Dia de S. João em tempos de pandemia

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A minha mãe diz-me sempre: não foste planeada, mas foste muito desejada.

E é por estas e outras coisas, que eu tenho a melhor mãe do mundo.

 

Dia de S. João, em tempos de pandemia com alguém com mobilidade reduzida,  foi passear de carro pelas ruas da cidade, num dia em que tal seria impossível, não fosse o COVID.

Sem contar, porque não sabia que este ano iam sair, apanhei a corrida dos barcos rabelo. Tradicionalmente, estes eram os barcos que transportavam as pipas do vinho do Porto, ao longo do Douro.

Agora, são um ponto de atração turística e, no dia de S. João, velas ao vento e uma corrida para ver quem chega primeiro.

Este ano, com um sol maravilhoso e o rio cheio de cor, foi especial.

 

Começamos a tarde junto ao mar, com gelados (que levei de casa, numa bolsa térmica, porque gelados sem adição de açúcar não existem nos ponto de venda habituais).

Como reza a tradição, comprei um manjerico (só os compro nas vendedoras de rua) e farturas.

 

Como estava muito calor, levei um copo térmico com água fresca que aguentou muito bem, durante a tarde.

Na mala, também levava adoçante e canela para as farturas, mas acabamos por vir lanchar a casa.

 

FICA A DICA:

copos e garrafas térmicas também são excelentes para conservar bebidas frescas.

 

https://descontos.blogs.sapo.pt/4141190.html

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