Não gastar: em artigos de decoração

Tenho andando tão concentrada nas ajudas técnicas e afins (corrimões, barras de apoio, pendural, etc…) que a decoração do quarto da mamã foi ficando para o fim. Até porque, primeiro foi a chuva e depois o frio, que não convidam a deslocações com cadeiras de rodas.
E claro… o bendito televisor que a Rádio Popular nunca entregou e que tive de ir comprar à Worten.

Tendo decidido o que fica e onde (e a TV pendurada), é altura de começar os embelezamentos.

Com o saldo de coisas que estou a vender (do lixo dos outros), encomendei um relógio de parede com rosas (que ela adora) e planeio comprar, duas andorinhas em cerâmica.

Provavelmente vou acompanhar o tema “rosas vintage”, mas por agora, reutilizei uma moldura, que tinha ilustrações que recortei de um calendário para um triplico com flores.

As fotos foram retiradas do site Unsplash e impressas em casa.

Também reutilizei as caixas que estavam no meu guarda-vestidos (agora dela), reduzindo-lhes a profundidade e embelezando com umas folhas de um dicionário danificado.

Há anos que tenho estas caixas de cartão como organizadores de roupa. Robustas, sem custos e reutilizáveis. Melhor é impossível.

Os gastos têm sido muitos, por isso é importante não desviar o dinheiro para coisas menos importantes.

Eu adoro autocolantes

Em miúda brincava com autocolantes, cromos e folhinhas de bloquinhos. Em adulta, os autocolantes para o planner e as washi tape.

Porém, não posso continuar a justificar a compra de autocolantes, dado o seu impacto ambiental, desde a produção ao descarte (não recicláveis).

Por isso, não perco uma oportunidade para “aproveitar” autocolantes que cheguem às minhas mãos, como estes que recortem dos adesivos que servem para colar lembretes com as datas das desparazitações.

Frugalidade também é evitar o desperdício e procurar o maior valor com o menor gasto.

Neste caso, não houve qualquer gasto (adicional) e fiz autocolantes a partir de “lixo”. Perfeito.