plástico

Utilização de embalagens reutilizáveis na Auchan

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A partir de 1 de julho de 2021, os produtos frescos, com venda assistida, podem ser colocados nas embalagens reutilizáveis que os Clientes tragam consigo, nas áreas de:

  • gastronomia
  • queijaria
  • charcutaria
  • pastelaria
  • talho
  • peixaria

Esta solução, vem-se juntar-se às opções que já existiam, de sacos reutilizáveis de rede, para frutas e verduras, ou pano, para o pão.

Daqui

Ao contrário do Continente, não colocam impossibilidade de usar vidro.

 

https://descontos.blogs.sapo.pt/4151761.html

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Documentário: A história do plástico

Este fim-de-semana vi o documentário A história do plástico, graças a uma oferta na página https://zerowastechef.com.

 

O documentário foca uma área que raramente vemos na comunicação social, quando se fala da poluição do plástico: a origem.

Primeiro, 99% do plástico é composto por petróleo. Isso é importante, porque o enfoque do documentário é precisamente a sua origem e esta está nas grandes indústrias de extração de petróleo e indústrias petroquímicas. Grandes empresas que fazem um grande esforço para colocar as responsabilidades ambientais pelo plástico no fim da linha: os consumidores.

 

E o que respondem as grandes empresas, quando são questionadas (num contexto de mercado e accionistas) sobre a diminuição da procura de petróleo nos transportes?

Mais investimento na indústrias petroquímicas, ou seja, plástico.

Em suma, as grandes empresas criam o problema, lucram com ele e nós, os contribuintes, temos de pagar para nos livrarmos dele.

 

Números assustadores:
40% do plástico acaba nos aterros
14% do plástico é incinerado
14% do plástico é reciclado, mas só 2% é “eficientemente reciclado”, ou seja, é transformado em algo tão útil com o seu produto original.

 

E os grandes programas de reciclagem? 50% consistiam em exportar para a China.

 

A incineração liberta produtos tóxicos gravíssimos para o meio ambiente e é um negócio em si. E às grandes empresas, compensa-lhes não reciclar e incinerar, porque precisam do plástico para arderem melhor o resto dos produtos.

 

E já agora, as “fábricas de reciclagem” em países pobres, têm este aspecto:

A solução?

Reduzir a utilização de plástico, porque só quando lhes formos ao bolso, é que eles percebem.

 

Produtos que deixei de comprar:

– água engarrada;

– papel higiénico embalado em plástico;

– rolos de papel de cozinha;

– guardanapos de papel;

– sabonete líquido;

– champô líquido;

– gel de banho.

 

Não foi tudo ao mesmo tempo, simplesmente fui mudando os hábitos, um a um. Iam acabando e eu procurava uma alternativa mais sustentável.

 

https://descontos.blogs.sapo.pt/3785335.html

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Sacos de plástico em quarentena

É inevitável pensar no quanto esta pandemia afectou o meio ambiente. Vimos as extraordinárias melhorias na qualidade do ar, sentidas assim que a economia parou: que os carros pararam, que os aviões e navios pararam.

 

No meu dia-a-dia, fui confrontada com a enormidade de sacos de plástico que consumimos, se não optarmos por sacos reutilizáveis.

Os que poderia reutilizar foram sendo atirados para cima do móvel do frigorífico – sacos em quarentena.

Muitos outros, das compras online com frescos, iam sendo descartados para o contentor dos plásticos.

 

Mesmo nas compras na mercearia, não achei que fosse justo, aumentar a ansiedade de funcionárias/os obrigando-as/os a manusear os meus sacos reutilizáveis.

 

Alguns sacos são de Março, mas outros da semana passada. Por isso, agora tenho de colocar umas luvas, enfiar aqueles sacos todos noutro saco maior, para a quarentena final, que será de 30 dias.

 

E confiar na ciência, que me disse que o vírus permanecia em plástico até 27 dias*.

 

Ontem fui, pela primeira vez, a um Continente, desde Março. Levei os meus sacos de compras grandes, onde fui colocando as coisas. Mas não consegui deixar de substituir os sacos com os bacalhaus que a minha mãe comprou.

 

Sinto-me muito culpada, mas vivemos tempos extraordinários e tento lembrar-me disso e ser tolerante comigo própria.

Acima de tudo, tento ter uma perspectiva macro: nesta pandemia, é um luxo poder preocupar-me com o plástico que consumo.

 

* Actualização:

Houve quem comentasse que este prazo (27 dias) não estará de acordo com estudos mais recentes e/ou indicações da DGS.

Eu optei por manter o prazo mais alargado que li, por prevenção.

Eu também optei não lavar sacos porque considero ser um gasto desnecessário de água e energia.

Eu fui muito intencional na forma como formulei este texto: “eu fiz/faço” e não “façam”. Da mesma forma que EU não vou à restauração, não uso calçado ou roupa do exterior dentro de casa ou desinfecto as compras.

 

https://descontos.blogs.sapo.pt/3763734.html

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Beber plástico no chá

A informação de que os pacotes de chá libertam microplásticos não é novidade. Mas as conclusões do último estudo, mais ainda se as multiplicarmos por tudo que comemos, vezes o número de pessoas, não são nada animadoras.

 

Depois, através de um microscópio de eletrões, a equipa descobriu que uma única saqueta, à temperatura de confeção (cerca de 95ºC), liberta cerca de 11,6 mil milhões de micropartículas e 3,1 mil milhões de nanopartículas de plástico para a água, nomeadamente de nylon e polietileno tereftalato. Estes níveis são milhares de vezes superiores aos observados noutras comidas, frisam os investigadores. (VISÃO)

 

Foi isso, entre outras coisas, que decidi investir na aquisição de chá Gorreana, que ainda por cima fica mais barato que os chás de saquetas.

 

https://descontos.blogs.sapo.pt/3647734.html

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Julho sem plástico # 19 – O meu desodorizante

Quando tentei arranjar uma alternativa mais sustentável para o meu desodorizante, passei pelos passos habituais: embalagem alternativa (frasco de vidro) e versões caseiras.

 

Tenho sentido que este é o percurso habitual para cada produto. Testar e escolher o que melhor se adequa ao nosso estilo de vida.

 

Entre avanços, experiências e recuos, fiquei-me pela pedra de alúmem, que é mais prática e rápida de aplicar, não tenho de ser eu a fazer e ainda por cima é incrivelmente económica porque me dura, no mínimo, 1-2 anos.

Das minhas leituras, percebi que há dois tipos de pedras de alúmem, umas são “ammonium alum” (mais baratas) e outras são “potassium alum“. 

Foi-me dito que é perfeitamente possível distingui-las porque as “verdadeiras” são translúcidas e irregulares.

Se alguém desse lado foi entendida/o na matéria, por favor corrija ou acrescente informação.

 

Actualização:

Quem me disse que as “potassium alum” eram melhores que as “ammonium alum”, foi alguém da minha confiança, pelo que nem explorei o tema.

 

https://descontos.blogs.sapo.pt/3628273.html

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