A vida sexual das minhas abóboras

Nunca pensei escrever tal frase: estive a dar uma mãozinha na vida sexual das minhas abóboras.

 

Uma das experiências no meu mini quintal é a plantação vertical de abóboras. Para semente, utilizei as sementes de uma abóbora butternut do meu cabaz.

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Ora, qualquer pessoa que deseje iniciar-se numa horta urbana, segue a Susana Caseiro e eu não sou excepção.

Foi a segui-la, que aprendi a diferença entre as flores macho e fêmea, no que respeita a abóboras e aprendi a dar uma mãozinha à polinização, o que não seria necessário, se não andássemos a matar as abelhas.

Passei DIAS a ver todas as flores que apareciam, até que FINALMENTE apareceu uma flor fêmea.

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As flores fêmeas têm uma pequenina abóbora a despontar.

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Quando abertas, o estigma é na forma de uma pequena coroa.

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Já a flor macho, o estigma é… basicamente uma pilinha.

 

Por isso, naturalmente que castrei o macho e fui esfregar o pólen da flor macho, na flor fêmea.

Esperemos que daqui nasça uma abóborinha, para a sua morte não ter sido em vão.

 

https://descontos.blogs.sapo.pt/4189946.html

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